a verdade é que foi cada um para um lado sem saber o que seria essa vida, e vez ou outra a gente mexe nessa saudade porque de certa forma essa vontade de algo impossível, de querer que o tempo volte, nos faz seguir em frente, ainda que a gente não saiba pra onde.
os corredores daquela universidade nunca mais foram os mesmos depois de nós, e nós nunca mais fomos os mesmos depois de termos nos cruzado. um completava o outro do jeito que era preciso, e não era preciso esforço para assistir todas as formas de amor nascerem naquelas manhãs amassadas com cara de sono. o amor ficaria pra sempre, a gente sabia disso. a gente só não queria que aquelas manhãs acabassem.
1 comentários.:
de vento em popa!... que nada...
debilitando... mas eu sou fiel.. tô por aqui... até onde o fogo arder...
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