foi um amor marcado pelos feriados aquele. regado à ironia, como sempre, começou pela independência. como tudo teria sido diferente se eu também tivesse ído para o litoral naquele feriado. tenho uma certa dificuldade em definir o que se passou até a chegada do natal, aquele seu aniversário foi um balde de água fria mesmo em meio a tanto calor. não foram boas festas.
dos sete pulos na areia até a sexta-feira santa, posso te contar todas as vezes que rezei pra te ter por perto novamente. passaram-se os janeiros, os blocos de rua, e ainda tenho na cabeça os planos das férias de julho, ou qualquer feriado que eu tivesse folga pra ficar com você.
sobre a saudade, essa fica para os domingos. da cervejinha, dos filmes lá em casa, de você roubando minha coberta e deixando meu pé pra fora... e das horas no telefone. mas estas ainda se repetem, mesmo após tantos feriados. e não tem jeito, não há recesso que te tire da minha cabeça.
santo antônio pequenino, amanhã é a sua vez.
1 comentários.:
"o pé pra fora" também acontece comigo... mas no final das contas... logo de manhã cedinho... a imagem faz valer pena!
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